CIRCUITOS & INFORMAÇÕES


·        ARRANCA   TÔCO.

 

Conversor para Ondas Curtas (3-30 MHz), saída em 1600 kHz.

   

Amer J. Feres, PY2DJW py2dw@uol.com.br

O nome é porque a montagem foi feita de uma maneira robusta, simples, até mesmo rústica, com materiais tirados da sucata.

Algumas características o diferenciam de outros conversores que já montei  e que foram publicados:

1 –  Feito com bobinas cambiáveis pode ser facilmente adaptado a qualquer faixa de Ondas Curtas;

2 –  As bobinas foram enroladas em culotes de válvulas (sucata pura), que além de facilitarem a construção, apresentam um excelente rendimento (alto Q) e ainda permitem a colocação dos” trimmers” dentro da forma da própria bo-bina, de maneira que, ao mudar de faixa você já troca todo o circuito L-C ajustado para determinada banda;

3 –  Foram utilizados 4 semicondutores iguais  e muito comuns, facilitando a manutenção;

4 –  Está incluído um “buffer” para o oscilador local, que além de isolar a etapa, permite o uso de um frequencímetro sem que apresente efeito   de carga  (mudança de frequência quando liga ou desliga o frequencímetro). Tenho usado o meu conversor com frequencímetro DIRAC – FD1 (com “off set” em 1600 kHz) e não me preocupo com escala de freqüência. A freqüência sintonizada  aparece diretamente no dial digital, em qualquer faixa que o use;

5 –  Tem dois circuitos sintonizados na etapa de antena e acoplamento indutivo (não a capacitor), o que melhora sensivelmente a  seletividade;

6 –  Pode funcionar com fonte de 12 volts, através de um resistor redutor de tensão (R11), ou ligado diretamente a uma bateria de 9 volts (depois do resistor R11), pois o consumo é baixo.

 

O protótipo foi montado em chassis de chapa de alumínio dobrada para apresentar rigidez mecânica  e as conexões foram feitas de ponto a ponto sobre réguas de terminais , mas quem preferir poderá trabalhar em circuito impresso.

Foram usados culotes de válvulas de 5 pinos para as bobinas de antena (L1) e interetapa (L2), que são exatamente iguais  e culote de  4 pinos para a bobina osciladora (L3).  Isto faz com que a troca de bobinas  seja “à prova de burro”.

Nunca se corre o risco de encaixar uma bobina no soquete errado. Todas as formas têm 34 mm de diâmetro (1 pol. e 3/8). O protótipo foi feito com as bobinas

individuais dispostas em linha, com cerca de 1,5 cm de separação entre as bordas

de uma e outra e ainda foi colocada uma blindagem metálica entre uma bobina e

outra, para evitar interação  entre  as etapas  .   Os montadores mecanicamente mais habilidosos poderão colocar as 3 bobinas em uma bandeja, já  com as blindagens entre si, de maneira que, ao trocar a bandeja de uma faixa para outra     mude todo o conjunto, lembrando as antigas e famosas “gavetas” dos   NC-                 HRO 50 ou 60 !

Para 80 metros, as bobinas de antena e interetapa foram feitas com 33 espiras unidas de fio esmaltado nº 25  e  o  “link”  com 10 espiras unidas de fio  nº 32. Este “link” é colocado a um milímetro abaixo do enrolamento principal . A bobina osciladora tem 25 espiras unidas de fio nº 25, com derivação   na 5ª  espira a partir da massa e oscila de 5100 a 5500 kHz.

Para 40 metros, antena e interetapa são 18 espiras unidas de fio esmaltado nº 20. O “link” é feito com  8 espiras unidas de fio 30 . A osciladora  tem 14 espiras unidas de fio nº 20, com derivação em 3½ espiras (8600 a 9200 kHz).

Todas as bobinas têm colocado dentro da própria forma , um “trimmer” de 3 a 30 pF (C4, C8  e  C14), que ajusta a freqüência.

Os capacitores C1, C2 e C3 são, de fato seções de um mesmo capacitor variável  comandadas pelo mesmo eixo, com cerca de 100 pF de capactância máxima por seção. No protótipo foi usado um variável de recepção de 3 seções das quais foram retiradas placas, uma sim outra não. Depois de “depenado” ficou com 90 pF de capacitância por seção (quando as placas estão totalmente fechadas). Mas este valor não é muito crítico, pois, na montagem, cada seção deste variável vai ligada ao circuito através de um capacitor fixo de 15 pF (Styroflex), que limita o valor final do variável  ( C5, C9 e C15).

O quarto indutor (L4) é um “casador” entre a etapa misturadora (Q2) e a entrada da segunda conversão (que pode ser um receptor de carro sintonizado em 1600 kHz). É feito sobre um pedaço de 3,5 cm  tirado dessas barrinhas de ferrite de antena para receptores de Ondas Médias. Quebra-se a barrinha de ferrite marcando-a primeiro com a quina de uma lima e depois dando uma pequena pancada sobre uma superfície macia (um pano dobrado, por exemplo). Sobre este “tarugo” de ferrite enrolam-se 50 a 60 espiras unidas de fio esmaltado nº 32. O “link” para saída do sinal é feito enrolando-se  5  espiras de fio esmaltado nº 25 sobre o enrolamento primário, do lado “frio” (onde entra a tensão). O primário des-te indutor é sintonizado em 1600  kHz com um capacitor fixo entre 47 a 75 pF   (Styroflex), C12 no esquema (o valor exato deve ser ajustado para o melhor ganho).

Os demais materiais:

D1 e D2  -  1N914  ou similar

Q1, Q2, Q3 e Q4  -  BF245, MPF102  ou similar

C6, C7, C13 ,C17 e C20  -  10k , cerâmico  ou  poliester

C10  -  100 pF, Styroflex

C11  -   4k7, cerâmico ou poliéster

C 16 -   27 pF , Styroflex

                         

                     

C18 e C19  -  15 pF, Styroflex

C21 -  100k, cerâmico ou poliéster

R1  -   560R

R2  -   1k

R3, R5 e R6  -  100k

R4  -  3k3

R7  -  330R

R8  -  390R

R9  -  229R

R10 -  100R

R11 -  470R

R12 – Potenciômetro linear, entre 1k e 4k7

                              

                                

                        

                       O restante você vai encontrando seus próprios “tôcos” para arrancar, como envernizar os indutores depois de enrolá-los (verniz isolante para transforma - dores), experimentar construir as bobinas para outras faixas etc.

 

     Se você decidir montar para uma única faixa, ou tiver dificuldade em conseguir

culotes de válvulas, tubo de PVC para água (marrom) de uma polegada (externa-

mente ele mede 32 mm) serve como formas para  as bobinas com o mesmo número de espiras dos culotes de válvula. Há ainda a possibilidade de fazer as bo-

binas usando corpo de seringas de injeção dessas descartáveis de 20 ml  (22 mm de diâmetro).Para 40 metros seriam 16 espiras unidas de fio esmaltado Nº18, com “tap” na 5ª espira para a OSCILADORA  e  18 espiras unidas de fio 18 , e um “link” de 8 espiras de fio 30 para as bobinas de ANTENA. Para 80 metros, 24 espiras unidas de fio 25, com “tap” na 6ª espira para a OSCILADORA  e as outras duas seriam 30 espiras unidas de fio 25 e “link” de 10 espiras de fio 32.

Se notar que o pré de RF (1º FET) tende a  auto oscilar coloque um capacitor de 100 a 220 pF que será  ligado  ao dreno seguido de um resistor de 10 a 22k que vai ligado ao “gate”. Isto neutraliza a tendência de oscilações.

  Boa sorte com os seus “tôcos”.



Escrito por JM às 10h47
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RESSONÍMETRO  DO  PREGUIÇOSO.  

 

                                                                      py2djw@uol.com.br

 

 

 

 

                       As maiores dificuldades ao se montar um Dip Meter são,

 

sem dúvida, a construção das formas das bobinas, com a colagem de

 

conectores para encaixe e o desenho de uma escala calibrada.

 

Procurando driblar estes itens resolvi  montar um Gate Dip Meter   à  moda Tupiniquim, com jeitinho de facilitar  sua

construção, sem  sacrificar seu desempenho .  Há inúmeros esquemas de Dip

 

Meters disponíveis. Quase todos funcionam bem. Adaptei um esquema publicado  no HANDBOOK  de  1979.

 

                 Resolvi  o problema da construção das bobinas usando

 

culotes  de válvulas antigas, de  quatro pinos , tipo válvula 80, 5Z3 ou 811    

(mas poderiam ser outras), com diâmetro externo de 32 mm. Além de estar tudo

prontinho para enrolar as bobinas (forma, pinos, soquete), ganhei 

qualidade, pois ficaram bobinas grossas, com um “Q”  bem alto e que

proporcionam um bonito mergulho no instrumento.   Fiz seis bobinas para

cobrir de 3  a  30 MHz, de modo que as faixas de frequências ficaram

bem espalhadas, mas se alguém preferir poderá fazer menos bobinas.

 

                     Quanto  à dificuldade da escala resolvi , simplesmente NÃO  TER  ESCALA,

usando o ressonímtro acoplado ao  meu pequeno frequencímetro 

de bancada  (tnx  ao Delson, PY2DME). Fica muito prático e com a leitura bem

mais precisa do que numa escala. Facilitou muito a construção de modo que todo

o aparelhinho, inclusive com a

bateria  de  9 volts coube numa caixa de 10  x  6  x  5  cm.



Escrito por JM às 12h42
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As bobinas da tabela abaixo foram ajustadas para um  capacitor   variável de cerca de  60  pF,  feito  a partir de um variável metálico, de duas secções de um auto rádio (portanto, pequeno), que tinha o valor de 175 pF por secção  e que foi “depenado”, retirando uma placa sim outra não, tanto do rotor como do estator. No final ficou com  30  pF por secção e as duas secções foram ligadas em paralelo.

Se você tiver um variável pronto com pouca diferença (de  50  pF, por exemplo), nada impede que

seja usado, alterando um pouco o número de espiras das bobinas, é claro.

 

 Enrolamento das Bobinas:

 

MHz              Nº esp.         Fio Nº             Comprimento

do enrolam.

3,0   -    4,5            34                24                unidas

4,5   -    6,5            21                24                unidas

6,5   -    9,5            12                24                unidas

9,5   -   14,0           10,5             18                15  mm

14,0  -   21,0            6,5              18               12  mm

21,0  -  30,0            3,5              18                 9  mm

 

Os outros materiais:

C1   -   10 pF, poliester

C2  -    47 pF, poliester

C3   -      8  pF,  poliester

C4   -   Variável, segundo o texto.

C5   -    10  kpF

C6   -       1  kpF

C7   -    100  pF

C8   -      22  pF

R1   -    27 k

R2    -   47  k, potenciômetro

R3  e   R5   -   47 k

R4    -    220  k

R6   -   12  k

R7   -    4 k 7,  potenciômetro

R8    -    1  k

Q1   -  mosfet  dupla porta  RCA 40673, BF 960 ou

outro similar                                                                                                

Q2   -    2N2222 ou outro transistor amplificador

D1    -    diodo de germânio

RFC   -  choque de rádio frequência miniatura, de 

1 mH

M1     -    VU retirado de um antigo gravador



Escrito por JM às 12h21
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Escrito por JM às 20h04
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Ressonímetro

Excelente instrumento para aferição dos circuitos LC, ideal para
os experimentadores e montadores de transmissores e receptores.
No momento estamos apenas publicando o circuito, e em
breve as fotos da montagem e detalhes de construção.

Obs: O motivo de retirar os pinos 6 e 7 do soquete da válvula é muito
importante para o bom funcionamento do equipamento, pois é uma válvula muito sensível.
A não retirada destes pinos apresentou interferências,
e não funcionamento regular do equipamento.

 

Capacitor variável de 2 seções de mais ou menos 175pf
A carcaça do variável é ligada a massa e cada seção
esta ligado a bobina L1.


Detalhes das Bobinas ( L1 )
-------------------------------------

 

Faixa

L 1

 

 

1.5 - 4.0 MHz

100 espiras unidas
fio 32 AWG

 

 

4.0 - 11.0 MHz

28 espiras unidas
fio 27 AWG

 

 

11.0 - 30.0 MHz

9 espiras unidas
fio 22 AWG

 

 

30.0 - 80.0 MHz

2,1/4 espiras epaçadas
fio 22 AWG

 



Escrito por JM às 14h19
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CRUZAMENTO  DE  URUBU  COM   ÉGUA.

O  FET-O-DINO.

(Also worlwide known as SHOOTNOSACK) .

 

Amer J. Feres – PY2DJW

 

 

A História e o Princípio de Funcionamento:

 

 

Em junho de 1998  construimos, foi publicado na revista

ANTENNA – ELETRÔNICA POPULAR, utilizado por

 muitos colegas e bastante elogiado pela sua simplicidade

  e  desempenho, o ÔCODINO. Era um receptor totalmente

 valvulado, contrapondo-se à tendência  de ter tudo em e

stado sólido (era à válvula, portanto em estado ÔCO, daí o

 nome do projeto). A idéia primeira não foi nada original,

 pois foi “emprestada” de um artigo publicado no Handbook

 de 1963 (A Selective Converter for 80 and 40 Meters), no

qual era proposto um pré seletor que cobria as duas faixas

 e um  oscilador local cobrindo de 5.200 a 5.700  Mhz. Isso

 garantia a cobertura da faixa de 80 metros com uma

freqüência intermediária de 1.700 Khz acima  da faixa

sintonizada e a cobertura dos 40 metros com 1.700 Khz

abaixo da faixa sintonizada. O princípio é bom

demais, pois dispensa as odiosas chaves de ondas para

 mudar as faixas de recepção.

Vários radiomontadores, contudo, começaram a sentir

dificuldade em encontrar as bobinas de FI de 455 Khz para

a segunda conversão valvulada (que, por sinal funciona lindamente).

 Isso nos levou a ensaiar em novembro de 2000 e publicar

 (ANTENNA – ELETRÔNICA POPULAR, Vol.123 – Nº 3)

 uma  SEGUNDA CONVERSÃO utilizando o CI  desenvolvido

 pela Philips, o TDA1072A. As bobinas de FI pequenas são

facilmente encontráveis em sucata de receptores transistorizados,

 o uso dos filtros cerâmicos para estreitar a banda passante e o

 circuito de um “S meter” já incorporado no CI tornavam essa

segunda conversão bastante atrativa e muitos colegas

passaram a montar o receptor híbrido: primeira conversão valvulada,

 do ÔCODINO, com todas as vantagens de um “front end” valvulado,

 a segunda conversão a CI, completando o receptor com uma

saída de áudio (geralmente  um TDA2002) e um oscilador de

batimento a transistor. Essas partes completavam um receptor

 fácil de montar, com materiais correntes no mercado nacional e

 um rendimento superior a muitos re ceptores comerciais ditos de

 “comunicação”. Há, na segunda conversão a CI, um obstáculo

 em relação à  segunda valvulada: o TDA1072A já tem, dentro

 dele a etapa  detetora  de AM (pois para isso é que ele foi projetado)

seguida de um pré de áudio. Não há como retirar o sinal de FI antes

da deteção, passá-lo por um detetor de produto

externo e re-injetá-lo no pré de áudio dentro do mesmo CI . Daí,

 termos que nos contentar com o uso de um oscilador de

batimento para ouvir SSB e CW.

Depois desta historinha contada vem a explicação do FET-O- DINO

 ( com o nome internacional de SHOOTNOSACK). Meus amigos

operadores em acampamentos, acostumados com as delícias da

 recepção do ÔCODINO, começaram a “cutucar”a  idéia de fazermos

 também a primeira conversão nos moldes do ÔCODINO, mas a

transistor, para poder ser energizada com 12 volts. A opção foi pelos

 transistores de efeito de campo (FETs) pela impedância semelhante às

 válvulas que eles apresentam e pela facilidade de adquiri-los.

Descartamos os Mos-Fets de porta dupla, apesar das vantagens no

desempenho, por causa da dificuldade de consegui-los nas cidades

menores e por estarem mais sujeitos a “queima” com faíscas elétricas,

muito comuns em regiões de acampamentos, montanhas, praias etc.

 



Escrito por JM às 18h24
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A idéia geral da primeira conversão     do ÔCODINO foi mantida,

foram utilizados circuitos elétricos já bastante  testados em outro

 projeto muito divulgado pela página   www.rst.qsl.br  do amigo e

colega Marco Antônio, PY2CWW. E daí, essa “colcha de retalhos”,

esse CRUZAMENTO

DE URUBU COM  ÈGUA, com idéia inicial do Handbook, com

 partes do Ôcodino

original, com alguns elementos do ARRANCA TÔCO e mais segmentos

 da Segunda Conversão com o TDA1072A nos permitiu construir um

receptor de boa qualidade em estado sólido, cobrindo 80 e 40 metros,

 ou fazer simplesmente um Conversor separado e  utilizá-lo em  conjunto

  com  um  rádio de Ondas Médias sintonizado em1600 Khz .

 Tudo alimentado com 12 volts.

 

Os Materiais e a Montagem

Como “coração” do aparelho, as bobinas de grosso diâmetro para

 garantir um bom ganho, foram mantidas na mesma medida que as

 feitas para o ÔCODINO. São enroladas em tubo (núcleo a ar) de

2,5 a 3,0 cm de diâmetro. Poucos milímetros a mais ou a menos

 no diâmetro das bobinas não chegam a alterar o desempenho, pois

 são compensados nos capacitores variáveis que vão em paralelo

com elas. As três bobinas no pré seletor (L1, L2 e L3) terão que

 ser exatamente iguais. São feitas de 20 espiras unidas de fio

 esmaltado Nº 24 (ou 25). O “link” de cada uma dessas bobinas

 é feito de  8 espiras unidas  de fio 30 ou 32  enroladas  a 1,5 mm

 abaixo do enrolamento principal. Essas bobinas sintonizam 80 metros

 com o capacitor variável aberto a um quarto de seu curso

(portanto, quase todo fechado) e sintonizam 40 metros com o variável

aberto a  três quartos de seu curso (quase todo aberto). Isso permite

 cobrir as duas faixas sem necessidade de mudar bobinas ou de usar

chave de ondas. A bobina osciladora (L5) é feita  de 17 espiras unidas

 de fio Nº 19 ou 20 enroladas no mesmo tipo de tubo que as anteriores .

O “tap” para o substrato do FET oscilador é feito na 4ª ou 5ª espira a

 partir do lado “terra”. Esta bobina deverá oscilar entre 5.100 a 6.100 Khz

 para cobrir as duas faixas.

Se algum montador quiser usar outro tipo de indutância, como

 

as enroladas em núcleo de ferrite para diminuir o tamanho é

 só experimentar. As bobinas foram montadas em formas grandes

 tendo em mente a facilidade e o rendimento garan- tido.No protótipo

 foram montadas em culotes de válvulas (queimadas), com os

respectivos soquetes .As peças pequenas (resistores, capacitores)

 foram soldadas em pontes de ligação, pois a idéia era ter  um

 protótipo  para  experimentações que facilitasse as modi-ficações

 e ensaios. Mas, aqueles que pretendem um aparelho “definitivo”

 sem prováveis mudanças  de  faixas  ou de  circuitos poderão fazer

as bobinas em pedaços de cano de PVC (desses marrons, para água)

e poderão também elaborar uma placa de circuito im- presso para

 diminuir o tamanho final do aparelho.

A bobina L4 é um transformador casador  com seu primário sintonizado

 em 1600 Khz e o secundário (“link” de saída) servindo para

“casar” com a entrada da segunda conversão. É feita sobre um pedaço

 (um tarugo) de barra de ferrite que normalmente serve de antena de

 Ondas Médias em rádios portáteis. Quebra-se um pedaço de mais

ou menos 4 cm de comprimento para usá-lo como núcleo para esta

 bobina. Enrolam-se 60 espiras unidas de fio 30 (ou 32) como primário.

 O secundário é feito de 5 a 6 espiras de fio 26 ou 25 enroladas a um

 mm abaixo do enrolamento primário.

Terminado o enrolamento das bobinas é aconselhável dar um banho

 de verniz isolante (para transformador) ou cobri-las com cera derretida.

 

 

Os capacitores  marcados como C1, C2 e C3 são, de fato, um único

 CAPACITOR VARIÁVEL de 3 seções, do tipo de recepção,

com cerca de 300 pF de capacidade máxima (placas totalmente fechadas)

 por seção, comandadas pelo mesmo eixo. Para se alcançar um espalhamento

 mais linear das duas faixas foram colocados capacitores fixos de

 250 pF em série com cada uma das seções do variável (C4, C5 e C6).

O capacitor variável do oscilador local (C18), no protótipo, foi de 100 pF

em série com um capacitor fixo (C17), que no caso, ficou de  75 pF, mas

que poderá ser ligeiramente aumentado ou diminuído para alterar a largura

 de faixa coberta pelo oscilador. O próprio capacitor variável de 100 pF poderá

 ser modificado se você não tiver um nesse valor. Você pode “depenar” um

capacitor maior até chegar ao valor desejado.



Escrito por JM às 18h19
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Os montadores adeptos de coisinhas mais modernas e os miniaturistas

poderão tentar o uso de varicaps comandados por potenciômetros ao invés

 dos grandes (porém confiáveis) capacitores variáveis .

C7, C8, C9, C10, C14, C15 e C20 são de desacoplamento e podem

ser todos de 10 kpF .

C11 – 4k7 ,    C12 – 100 pF ,  C13 – 33 pF,   C16 é um conjunto de um

capacitor fixo de boa qualidade (styroflex) de  33 pF em paralelo com

um trimmer (de preferência a ar) de 3 a 30 pF, para o ajuste de começo

de faixa.  C19 – 10 pF , C22 15 pF ,  C23 – 2k2 . O capacitor C21 é de

 capacidade bem baixa. É um “gimmick” fabricado com dois pedaços

de fio rígido com capa plástica (fio fino,  em torno de nº 22), com os quais

 se faz uma torcida de mais ou menos 1,5  cm  de comprimento. Isso nos

 permite ir torcendo mais os dois pedaços de fio juntos (aumentando a capacidade)

 ou soltando umas voltas dessa torcida (diminuindo a capacidade) para

dosarmos a quantia de sinal do oscilador local que vai para o misturador,

melhorando a relação sinal / ruído.

 

 

Os RESISTORES usados foram todos de ¼  de watt. R1 e R3-22R, R2 e

 R4 -560R ,    R5 , R13 e R15-100k ,    R6- 3k3 ,   R8-2k2 ,   R9-1k ,  

R10-100R , R11-470R , R12-330R , R14-390R , R16-220R . R7 é um

 potenciômetro de 4k7 para ajuste de ganho dos estágios amplificadores

de RF.

Todos os 5  FETs são do tipo BF245B, padronizando-se assim a troca de

 semicondutores na hora de uma eventual manutenção. Os três DIODOS

 utilizados foram do tipo 1N4148.

 

Os Ajustes Finais e os possíveis “adendos”.

 

Não há grandes ajustes a fazer. Coloca-se o oscilador local para cobrir

  de 5.100 a 6.100 (ou pouco menos na parte alta), ajusta-se (no “gimmick”)

o nível de sinal do oscilador para o misturador, abre-se o controle de

ganho de RF mais ou menos pela metade e pronto. Já podem ser sintonizadas

 as estações de 80 metros com o oscilador cobrindo de 5.100 a 5.400

 (o que dará, no “dial” 3.500 a 3.800 kHz) e as estações de 40 metros

serão sintonizadas com o oscilador local cobrindo de 5.400 a 6.000 kHz

 (o que seria, no “dial”, de 7.000 a 7.600 kHz). Haverá, um pouco além

do meio da faixa, um ponto em que se  perceberá sempre uma oscilação

parasítica, mas que não vai atrapalhar a recepção dentro da faixa de radioamador,

 portanto nem valeria a pena nos preocuparmos com a inclusão de “traps”

 para amortecê-la . É num ponto em que os dois osciladores (o oscilador

local, mais o oscilador de 2.055 kHz da segunda  conversão) fazem um

 “batimento” produzindo um apito - um sinal de portadora. Mas, como

dito, geralmente isso acontece em torno de 7.320 kHz e não chega  a  ser

  prejudicial para escuta radioamadorística. É o preço que se paga pela

 simplicidade do projeto.

Se, durante os ajustes, for percebida alguma auto oscilação e “chiados”,

principalmente quando de abre o ganho de RF, é sinal que o pré seletor

está com ganho demais e entra em oscilação. Uma maneira fácil de corrigir

 isto é “neutralizando-se” este estágio, colocando-se um pequeno capacitor

 de 100 pF   (C24)   seguido de um choquinho de RF, --qualquer choque

pequeno - (L6) entre o dreno e a porta do primeiro FET.

Vale a pena aqui lembrar que dado o grande ganho das bobinas elas devem

ser separadas uma da outra por uma blindagem. Se não for tomado este

cuidado é bem provável que surjam realimentações e apitos.

Mesmo tendo uma  escala calibrada feita no “vernier” que comanda o

oscilador local, o conversor tem sido usado com um frequencímetro digital

 acoplado à saída prevista através do capacitor C23. Este frequencímetro

tem um “off set” quelê mais 1.600 ou menos 1.600 kHz ,mostrando assim,

 a freqüência exata que estamos recebendo, o que torna o FET-O-DINO em

 um receptor com leitura digital, com uma precisão invejável a muitos

receptores “de linha” .O frequencímetro  que utilizo é  o FD1 , da DIRAC,

produzido pelo nosso colega Delson, PY2DME.

Mais uma “dica” para os amantes de SSB e CW. Uma maneira

 fácil de  se  fazer  um  filtro  para  estreitar a banda passante  na

 ocasião de  receber CW, por exemplo, é intercalar um desses

cristais de crominância de TV  (3.575 kHz) em série com a saída

do sinal de 1.600 kHz que vai para a segunda conversão (secundário de L4).

Ao colocar o cristal ali, em série com a saída, lembre-se de colocar,

também, uma chavinha que lhe permita curtocircuitar o cristal

deixando o sinal passar direto. Isso lhe permitirá ter a recepção

 com filtro, para SSB e sem filtro,mais apropriada para AM.

 



Escrito por JM às 18h08
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  O   “POUCO PAPO”

                    

                                              Receptor híbrido para 40 metros.

                                                                                                                      Amer J. Feres, PY2DJW

                                                                                                                         py2djw@uol.com.br

 

               

                                              O “Ôcodino” lançado há anos atrás, com um grande número de aparelhos construídos por vários colegas é uma solução bastante eficiente para quem queira ter uma recepção ca-

seira  confiável. Tanto na sua versão como receptor completo, quanto como simples conversor para ser acoplado a um rádio de Ondas Médias ele dá “banho” em muitos receptores comerciais.   Foram tam –

bém  oferecidas versões da 2ª parte do Ôcodino (2ª conversão) usando um CI para facilitar a constru –

ção dessa etapa e também da primeira conversão em estado sólido ( o FET-O-DINO) para permitir  o 

uso em acampamentos utilizando somente 12 volts para alimentação.

                       DETALHES DAS BOBINAS                                                            LOCALIZAÇÃO DOS COMPONENTES

                DETALHES DAS LIGAÇÕES                                                                          VEJA A PLACA DAS FI´S.

 

 

 



Escrito por JM. às 19h25
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                 Mas o motivo principal que levou o Ôcodino ao sucesso de desempenho

foi exatamente sua entrada (“front end”) valvulada, que proporciona  uma boa e silenciosa  recepção

sem os riscos de “queimar” os Fets ou Mosfets por sobrecarga de RF ou faíscas elétricas. Esta carac-

terística é que deu o nome (superheterodino em “estado ôco” – valvulado, contrapondo-se ao “estado sólido”). Além disso  contribui  para o bom  funcionamento a construção de bobinas  em formas de “grosso calibre” para um alto “Q” .

                                              Contudo, apesar dessas vantagens todas, o Ôcodino não é, definitivamen-

te, uma montagem para o radioamador menos experiente. Sua dupla conversão (como se foram dois receptores no mesmo aparelho), a dificuldade de conseguirem-se os transformadores (canecas)  de FI

para válvulas,  os dois estágios amplificadores de RF com a necessidade de construir mais bobinas ,

o uso de dois variáveis, com uma sintonia para o VFO (oscilador local) e outra para o pre seletor de

RF,  o ajuste em duas faixas (80 e 40 metros)  são detalhes às vezes quase  impeditivos  para  que  o montador não muito treinado consiga construí-lo.

                                              Pensando neste segmento de montadores menos experientes é que esta –

mos oferecendo  os dados do “POUCO PAPO”, uma versão “light” do Ôcodino. Conservando algumas características essenciais para o bom desempenho, como a entrada valvulada e as bobinas construídas em formas de grosso diâmetro para garantir um bom rendimento,  mas  simplificando outros detalhes como:  uma só faixa de cobertura (40 metros),  uma única conversão (com FIs de 455 kHz),    uma

etapa de pré de antena, com menos bobinas para serem construídas, o uso de uma única sintonia, com somente um capacitor variável (de 3 seções), oscilador local e as outras etapas transistorizadas, portan-

to com o uso só de duas válvulas, uma na entrada de RF e outra como misturadora.

                                    

                                            Se você tiver um receptor transistorizado para “desmanchar”, poderá mon-

tar a primeira parte do “POUCO PAPO”  e acoplá-la na etapa de FI de seu “defunto” receptor   (apro-

veitando ainda a etapa de áudio). Simplesmente desative o  transistor misturador,  as bobinas de antena

e osciladora e o capacitor variável do rádio transistorizado e injete o sinal de saída   da bobina L3  da 6BE6 na primeira “caneca”de FI transistorizada.

                                            Isto poderá ser feito através de um capacitor de baixo valor (2,2 a 4,7 pF)    

ou melhor ainda, usando um “trimmer” (marcado C13 no esquema) com o qual  poderá ser  ajustado o nível de passagem de sinal para as FIs transistorizadas.Se você não tiver um “trimmer” faça uma torci-

da com dois pedaços de fio rígido de mais ou menos 3 cm de comprimento. Há outras maneiras mais sofisticadas, aproveitando esta passagem de uma FI para outra   para fazer uma “filtragem” do sinal recebido. Damos um desenho com algumas opções.

                                             Se preferir construir seu próprio canal de FI damos aqui um circuito muito simples que poderá lhe servir, ou use qualquer esquema de canal de FI transistorizado com bobinas de 455 kHz.  Mais tarde, se você quiser, poderá substituir a segunda “caneca” de FI (branca) por dois fil -

tros cerâmicos de 455 kHz  e conseguir uma  banda passante mais  estreita para  sua comodidade  de

escuta, principalmente em SSB.

 

 

Você precisará também construir um amplificador de áudio e se quiser ou-

vir CW e SSB , acrescente um oscilador de batimento ou um detector de produto em 455 kHz.

                                           Por ser híbrida esta montagem vai exigir uma fonte de alimentação que for-                                            

neça  6,3  volts AC para os filamentos da válvulas,  de 180 a 200 volts  retificados para as  placas  e “screens” e ainda 12 volts retificados e regulados para as etapas transistorizadas. Você poderá mandar

enrolar um pequeno transformador (o consumo é pouco) que lhe forneça todas estas voltagens, ou po-

derá lançar mão do artifício de utilizar dois transformadores  de força pequenos de 6 volts no secun-

dário por uns 2 A de carga, usando-os invertidos, ligando os lados de 6 volts em paralelo. Deste mes-

mo lado você tira a voltagem para os filamentos das duas válvulas (6 v) .   O primário de um dos trans- formadores vai ligado à rede e o que seria o primário do segundo transformador  é retificado e  filtrado, obtendo-se assim a alta voltagem para as válvulas. Se tiver um transformador de 127 volts, você vai conseguir  perto de 180 volts retificados. Se o transformador for para 220 , depois de retificada a ten-

são vai alcançar 300 volts e aí você terá que diminuir essa voltagem para usar nas placas das válvulas.                                                                  

Você precisará ainda de um terceiro transformador para conseguir os 12 volts regulados para as etapas a transistor, por isso é vantagem mandar enrolar um único transformador com todas as voltagens.

                                          Terminada a montagem, ajuste o oscilador local para cobrir de 7455 ( variá-

vel todo fechado) a 8200 kHz (variável todo aberto) . Dependendo do variável utilizado, você poderá precisar alterar o valor de C17 para cobrir  estas freqüências.  Em seguida   sintonize uma estação no

meio da faixa e retoque os “trimmers” C2 e C8 das bobinas de antena até conseguir  o máximo ganho

de sinal.  Se notar que esses “trimmers” ficam abertos ou fechados demais, sem “curso” para ajuste,

pode trocar o valor dos capacitores fixos C1 e C7 para mais ou para menos.

                                           Nesta configuração bastante simples o POUCO PAPO funciona muito bem.

Mais tarde, se você quiser sofisticar, há margem para alterações, pois o circuito é bastante convencio-

nal. Por exemplo, se você for o feliz proprietário  de   um capacitor variável de 4 seções iguais  (coisa raríssima)  você poderá duplicar o estágio de amplificação de RF, colocando duas 6BA6 na entrada. Simplesmente copie o circuito da primeira 6BA6, os mesmos valores,  a mesma construção de bobina e vai ver que vai dar muito mais ganho ao receptor.     Se você olhar  as fotos da montagem  vai notar  que  o protótipo, feito sobre um chassis de placa de circuito impresso tem só 3 bobinas e duas válvulas (é o circuito original), já as fotos da segunda montagem (em chassis de alumínio)   mostram 4 bobinas, capacitor variável de 4 seções e 3 válvulas. Foi o acréscimo de mais uma válvula amplificadora de RF.

Ainda mais, se você decidir aumentar um estágio de amplificação de RF, mesmo não tendo o capacitor variável de 4 seções, pode usar um pequeno capacitor variável de uns  30 a 50 pF  em paralelo com o circuito LC da primeira 6BA6 (a que foi acrescentada). Vai funcionar como se fosse um pré-seletor de RF com ajuste separado.

                                            E agora, chega de papo e vamos construir o POUCO PAPO. Boa sorte !

 

 



Escrito por JM. às 19h18
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                                                  O  POUCO  PAPO .

                                           Receptor híbrido para 40 metros.

                                                                                                                           Amer J.Feres, PY2DJW

 

 

RELAÇÃO  DE  MATERIAIS

 

 R1  -  220R                                              C1 e C7  -   De 15 a 33PF, styroflex  (Ajustar melhor ganho).

 R2  -1k, potenciômetro                             C2, C8, C13  e C18  -  “trimmer” 3 – 30 pF, de preferência

 R3  -  47k                                                              “trimmers” a ar, da Philips

 R5, R7,R10 e R18  -  100k                        C3, C9 e C19 – São seções de um mesmo capacitor variável,

 R6  -  270R                                                            comandadas pelo mesmo eixo (variável de 3 seções).

 R8  -  22k                                                               Pode ser um capacitor variável com seções de pe -

 R9 e R15  -  1k                                                       queno valor (como os variáveis para FM), ou um

 R11 e R16  -  330R                                                variável que tenha sido “depenado”, deixando so-

 R12  -  10k                                                             mente o número de placas para alcançar o valor

 R13  -  2k2                                                             necessário, ou ainda um variável de capacidade

 R14  -  47R                                                            maior (do tipo de recepção) no qual se colocam ca-

 R17  -  470R                                                          pacitores fixos de boa qualidade (styroflex ou mica)

                                                                                em série com cada uma das seções.O valor desses

 D1 - Zener  6V8                                                     capacitores fixos é escolhido para espalhar a faixa.                                                                            

 D2 – 1N4148                                                         conforme desejado (geralmente de 27 a 33 pF).

 

 C4, C5, C6, C11, C12, C14,                                  C25  -  de 470 pF a 1k  (ajustar conforme o fre -                               

 C21 e C23  - 10k, cerâmico ou disco                      quencímetro usado).

 C10  -  220 pF                                                       

 C15  -  22 uF, eletrolítico.                                      C16 e C24  -  100k, cerâmico, poliéster ou disco.

 C17 e C22  -  10 pF, styroflex.                               C20  -  47 a 56 pF, styroflex ou mica .

 

 

As BOBINAS  L1, L2 e L4 são enroladas sobre forma de tubo de PVC de ¾ (diâmetro externo de 25mm). Depois de enroladas são cobertas com verniz de transformador (ou cera com breu).

 

L1 e L2 são exatamente iguais. São feitas com 15 espiras unidas de fio esmaltado Nº 18.    O “link”

(para entrada de antena em L1  e para alimentação de placa em L2) consta de 8 espiras unidas de fio esmaltado Nº 30 enroladas a 1 a 2 mm abaixo do final do enrolamento principal (do lado “frio”, perto do “terra” em L1 e perto da entrada de +200 v em L2).

L4 é a bobina osciladora , com 14 espiras unidas de fio esmaltado Nº 18. A derivação é na 4ª espira a partir da massa.Deve cobrir de 7455 a 8200 kHz .Ajuste com frequencímetro ou um receptor calibrado.

L3  é uma “caneca” de FI de 455 kHz  para válvula. Se você não encontrar uma dessas na sucata, po –

derá improvisar enrolando de 50 a 60 espiras unidas de fio esmaltado Nº 32 sobre um “tarugo” de 4 cm de comprimento de ferrite (desses usados em rádios de Ondas Médias). Em  paralelo com este enrola-

mento vai um capacitor de 560 pF. O secundário para saída do sinal para a etapa de FI é feito com 5 ou

6 espiras unidas de fio esmaltado Nº 25 ou 26 enroladas logo abaixo do primeiro enrolamento (lado que entra o +B de 200 v para a placa da válvula 6BE6). Dê um banho de verniz após terminar os dois enrolamentos.                                                



Escrito por JM. às 18h45
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